"Vi morrer um verso" reside no espaço entre o "Último acto" e "Reflect", os meus dois álbuns. É o vazio cantado; vazio esse onde versos pairam num limbo por onde a inspiração não passa. Mas um dia ela regressa, tudo ganha um novo sentido, o desgaste subjuga-se a um novo fôlego e os versos que ficaram perdidos no tempo e espaço renascem às teclas do piano, sublimemente executado pelo João Mestre.Ver mais informação
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